O que deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres?

A História de Taine mostra claramente que a classe média foi a que mais sofreu com a Revolução Francesa. A atenção sempre se volta para os nobres, que foram roubados e guilhotinados. Entretanto, quando nos debruçamos sobre a vida naquele período, vemos que, considerando a nação durante os anos de desordem revolucionária, as vítimas foram aqueles que tinham qualquer propriedade, do agricultor ou pequeno comerciante ao indivíduo rico. Os ricos compraram sua liberdade e os nobres foram substituídos por uma nova gangue de parasitas sociais enriquecidos pelo saque e a extorsão. Esses últimos chegam mais perto do tipo de “comitê” que se espera ter em uma sociedade socialista do que qualquer outra coisa na história.

Lições da Suécia para os EUA

Noventa e sete por cento da receita tributária sueca proveniente da renda provém de impostos proporcionais sobre a folha de pagamento e impostos fixos regionais, fixados em cerca de um terço da renda de todos. Apenas 3% da receita total do imposto de renda provém da “tributação dos ricos” especificamente. O sistema dos EUA é muito mais progressivo. De acordo com a última comparação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os 10% do topo nos Estados Unidos pagam 45% do total dos impostos de renda. Na Suécia, é menos de 27%. Se Sanders e a senadora Elizabeth Warren (D-NH) reclamam que os ricos dos EUA não pagam seu "quinhão", eles realmente odiariam o modelo sueco.

As origens da limpeza étnica soviética

Como o terror contra classes se tornou o terror contra etnias.

Venezuela: antes e agora

A Venezuela já foi um dos países economicamente mais prósperos da América Latina. Sua economia foi alimentada por fortes indústrias agrícolas e petrolíferas, e seu PIB foi próximo ao dos Estados Unidos. Hoje, a Venezuela é mais pobre do que era antes de seu boom econômico na década de 1920, sua infraestrutura está se deteriorando e sua economia vem encolhendo desde a virada do século. O custo para as vidas humanas tem sido devastador: desde 2014, mais de 3 milhões de venezuelanos fugiram das condições inóspitas do país. Dos que permanecem, 90% vivem na pobreza.

Por que as forças armadas da Venezuela preferem o caos a um golpe

Na Venezuela, uma grande parte do esquema de controle tem a ver com não controlar o crime, que é onde o dinheiro flui para os oficiais ativos que não possuem um cargo político. O que explica o que aconteceu com alguns funcionários como o Ministro da Justiça, Néstor Reverol, que está sob acusação nos tribunais dos EUA, entre outras coisas, “por usar sua posição de poder [na Organização Nacional Antidrogas] para facilitar organizações de narcotráfico, enquanto dificulta os esforços da polícia em frustrá-los.

Os intelectuais e o socialismo

Em todos os países que adotaram o socialismo, a fase do desenvolvimento em que o socialismo se torna uma influência determinante na política foi precedida por muitos anos por um período durante o qual os ideais socialistas governavam o pensamento dos intelectuais mais ativos. Na Alemanha, esse estágio havia sido alcançado no final do século passado; na Inglaterra e na França, na época da Primeira Guerra Mundial. Para o observador casual, pareceria que os Estados Unidos haviam chegado a essa fase após a Segunda Guerra Mundial e que a atração de um sistema econômico planejado e dirigido é hoje tão forte entre os intelectuais americanos quanto entre os seus colegas alemães ou ingleses. A experiência sugere que, uma vez que esta fase tenha sido alcançada, é apenas uma questão de tempo até que as visões agora mantidas pelos intelectuais se tornem a força governante da política.