Da Pensilvânia à Verdun: Friedrich List e as Origens da Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial, ou a “Grande Guerra” (como a maioria dos europeus a chamam), foi um dos maiores desastres da história humana. Não somente matou e mutilou milhões, a nata de uma geração, também destruiu o sistema liberal e cosmopolita que tinha sido criado no século dezenove.

Os muitos monopólios

Nós, libertários, defendemos a liberdade econômica, não as grandes empresas. Defendemos mercados livres, não a economia corporativa. Como seria uma sociedade baseada em mercados liberados? Sem dúvida, totalmente diferente dos mercados controlados que temos hoje em dia. Mas com que frequência ouvimos que o desemprego em massa, as crises financeiras, as catástrofes ecológicas e o status quo econômico resultam da voracidade dos “mercados desregulados”? Como se estivessem por toda a parte!

Nações não ganham ou perdem com o comércio, indivíduos sim.

Agora vamos definir o conjunto de todos os seres humanos que residem dentro dos limites de uma determinada nação, digamos, os Estados Unidos da América. Chame essas pessoas de elementos do conjunto P. Agora colete dados sobre todas as transações entre os membros do grupo P e os membros do grupo Q, que consiste de todos os seres humanos que residem fora dos EUA. Qual significado econômico podemos atribuir ao agregado de fluxos monetários entre membros do conjunto P e membros do conjunto Q? Resposta correta: nenhum.

Livre mercado não significa ser pró empresas

Uma agenda de “livre mercado” é a mesma coisa que uma agenda “pró empresas”? Economistas da linha libertária se veem frustrados com tal fato, pois o nosso entusiasmo pelos mercados livres é frequentemente mal entendido como entusiasmo por certas formas de empresas ou interesses corporativos. No entanto, somente porque algo é bom para a empresa General Motors não significa que é necessariamente bom para os Estados Unidos.