Cidades, Mercadores e Liberdade

O presente artigo tem por objetivo explorar uma dessas sociedades: a “sociedade dos burgos”. Será abordado como ela nasceu e em que contexto isso aconteceu, como prosperou e como se deu seu fim.

Da Pensilvânia à Verdun: Friedrich List e as Origens da Primeira Guerra Mundial

A Primeira Guerra Mundial, ou a “Grande Guerra” (como a maioria dos europeus a chamam), foi um dos maiores desastres da história humana. Não somente matou e mutilou milhões, a nata de uma geração, também destruiu o sistema liberal e cosmopolita que tinha sido criado no século dezenove.

O Mito do Eleitor Racional

Há uma eleição à vista. Será que os eleitores sabem o que estão fazendo? De acordo com o economista comum – e vários cientistas políticos – a resposta é “Não, mas isso não importa.” Como isso poderia não importar?

O legado da Grécia Antiga para a liberdade: Ideias econômicas em Aristófanes

O dramaturgo debatia sobre tópicos econômicos com frequência, algumas vezes colocando argumentos na boca de seus personagens, em outras, mostrando diferentes sistemas econômicos possíveis. (19/27)

O que deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres?

A História de Taine mostra claramente que a classe média foi a que mais sofreu com a Revolução Francesa. A atenção sempre se volta para os nobres, que foram roubados e guilhotinados. Entretanto, quando nos debruçamos sobre a vida naquele período, vemos que, considerando a nação durante os anos de desordem revolucionária, as vítimas foram aqueles que tinham qualquer propriedade, do agricultor ou pequeno comerciante ao indivíduo rico. Os ricos compraram sua liberdade e os nobres foram substituídos por uma nova gangue de parasitas sociais enriquecidos pelo saque e a extorsão. Esses últimos chegam mais perto do tipo de “comitê” que se espera ter em uma sociedade socialista do que qualquer outra coisa na história.

A nova astrologia

Nos mundos hipotéticos dos mercados racionais, onde grande parte da teoria econômica é definida, talvez. Mas a história do mundo real conta uma história diferente, de modelos matemáticos disfarçados de ciência e de um público ansioso por comprá-los, confundindo equações elegantes com precisão empírica.

Lições da Suécia para os EUA

Noventa e sete por cento da receita tributária sueca proveniente da renda provém de impostos proporcionais sobre a folha de pagamento e impostos fixos regionais, fixados em cerca de um terço da renda de todos. Apenas 3% da receita total do imposto de renda provém da “tributação dos ricos” especificamente. O sistema dos EUA é muito mais progressivo. De acordo com a última comparação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os 10% do topo nos Estados Unidos pagam 45% do total dos impostos de renda. Na Suécia, é menos de 27%. Se Sanders e a senadora Elizabeth Warren (D-NH) reclamam que os ricos dos EUA não pagam seu "quinhão", eles realmente odiariam o modelo sueco.

Fascismo

A imagem de um líder forte assumindo responsabilidade direta sobre a economia durante momentos de crise fascinou observadores estrangeiros. A Itália foi um dos lugares onde Franklin Roosevelt buscou ideias em 1933. Criada por Roosevelt, o National Recovery Act (NRA) tentou cartelizar a economia americana, da mesma forma que Mussolini cartelizara a italiana. Sob a NRA, Roosevelt estabeleceu conselhos para toda a indústria, com poder de determinar e aplicar preços, salários e outras formas de emprego, produção e distribuição para todas as companhias de determinada indústria. Por meio da Lei de Ajuste da Agricultura, o governo exerceu um controle similar sobre os agricultores.

O debate sobre juros entre Bastiat e Proudhon

No final de 1849 e começo de 1850, dois dos maiores expoentes do pensamento libertário francês, Frédéric Bastiat e Pierre-Joseph Proudhon, realizaram um debate ao longo de vários meses nas páginas do La Voix du Peuple [A Voz do Povo, no original em francês], jornal de Proudhon, sobre a natureza e a legitimidade da cobrança de juros.

Cinquenta anos de FEE; Cinquenta anos de progresso da economia austríaca

Nesta época do jubileu de ouro da FEE (Foundation for Economic Education), os pensamentos de um economista austríaco concentram-se naturalmente no papel central que a Fundação desempenhou na sobrevivência e ressurgimento da economia austríaca durante o século XX. O estado e as perspectivas da economia austríaca em 1996 são muito mais saudáveis ​​e promissoras do que há cinquenta anos. Este ensaio esboça brevemente alguns destaques dos desenvolvimentos ocorridos nessas cinco décadas e chama a atenção para a importante contribuição da FEE a esse respeito.