por Roderick Long

1) A escolha de Aquiles

Long começa uma série sobre a herança deixada pela Grécia Antiga ao libertarianismo com uma discussão sobre Aquiles e a atitude homérica frente à guerra e à glória.

2) O conselho de Térsites

Na Ilíada, não são apenas heróis como Aquiles que levantam dúvidas sobre a guerra. Térsites, um homem comum, também o faz – e ataca a aristocracia ao mesmo tempo.

3) Um conto de dois irmãos

O poeta grego antigo Hesíodo preferia o trabalho produtivo em relação à expropriação violenta.

4) Um conto de duas irmãs

Hesíodo distinguia entre competição de mercado e guerra, dizendo que “as duas Discórdias têm naturezas separadas”.

5) Um conto de duas cidades

Hesíodo pensava que cometer uma injustiça poderia trazer a ira dos deuses, mesmo na caótica e violenta “Era de Ferro”.

6) Como a competição criou a filosofia grega

A descoberta da filosofia na Grécia Antiga foi impulsionada por um “mercado de ideias” no qual a justificativa racional derrotava a autoridade doutrinária.

7) Liberdade pessoal em Atenas

Atenas, mesmo com todas as suas falhas, era um farol de liberdade pessoal no mundo antigo.

8) Liberdade econômica em Atenas

A liberdade pessoal na Atenas antiga andava lado a lado com a liberdade econômica, incluindo livre comércio e livre imigração.

9) Bancando a liberdade em Atenas

Os bancos atenienses forneciam a mulheres e escravos uma chance de autonomia econômica. Isso era possível pela pouca rigidez na aplicação das leis que restringiam sua liberdade financeira.

10) Serviços públicos em Atenas

Como eram fornecidos os serviços de polícia, tribunais e educação na Atenas antiga?

11) Escolha pública em Atenas

Atenas possuía muitas salvaguardas processuais contra comportamentos indesejados.

12) A tragédia da política

Long examina os temas políticos da dramaturgia grega na Antiguidade.

13) Os fantasmas da fúria

Long discute o tratamento da punição e da justiça criminal na obra As Eumênides, de Ésquilo.

14) Eurípides sobre as agruras da guerra

As obras do dramaturgo condenavam a guerra com base em argumentos que libertários considerariam atrativos.

15) Eurípides sobre as agruras da mulher

As peças desse tragediógrafo evidenciam preocupação pelas mulheres e por outros grupos desfavorecidos na sociedade grega antiga.

16) A comédia da política

Ridicularizar políticos? Uma tradição pelo menos tão antiga quanto a Grécia à época de Aristófanes, como suas comédias demonstram.

17) Aristófanes contra a guerra

Oposição ao conflito armado era um tema recorrente nas peças desse dramaturgo, especialmente Os Acarnianos e Lisístrata.

18) O flerte de Aristófanes com o feminismo

Em Lisístrata, As mulheres na Assembleia e As Tesmoforiantes, o dramaturgo antecipou alguns aspectos da convicção moderna na igualdade entre sexos.

19) Ideias econômicas em Aristófanes

O dramaturgo debatia sobre tópicos econômicos com frequência, algumas vezes colocando argumentos na boca de seus personagens, em outras, mostrando diferentes sistemas econômicos possíveis.

20 A divina comédia de Aristófanes

O dramaturgo explorou a relação entre os gregos e seus deuses. As pessoas são piedosas só para evitar a má sorte? Talvez para receber alguma dádiva?

21) Heródoto e o caminho de Otanes

Os escritos desse historiador sobre as Guerras Greco-pérsicas contêm insights sobre o pensamento político grego.

22) Tucídides e a linguagem do poder

História da Guerra do Peloponeso de Tucídides se debruça sobre eventos políticos sem romanceá-los.

23) Tucídides e os deuses de Melos

O historiador pinta um retrato nuançado de Atenas e contrasta suas políticas doméstica e externa.

24) O desafio dos sofistas

A maior parte do que se sabe sobre os sofistas vem de seus adversários. Quem, de fato, eram eles?

25) Os prós e contras da justiça

Diversas visões sobre a justiça foram adotadas pelos sofistas – ou ao menos atribuídas a eles.

26) A justiça como uma coisa corriqueira

Devemos fazer qualquer coisa de que pudermos nos safar, e a justiça que se dane?

27) As máscaras de Sócrates

O que sabemos de Sócrates vem de segunda mão. Quanto há de verdade nesse conhecimento?