Dinheiro pode comprar felicidade

Nossa obsessão por bens materiais gerou desequilíbrios; viciados em trabalho (workaholics) reclamam da falta de tempo para desfrutar de seus bens. O próprio termo “sociedade de consumo” é uma descrição sarcástica, e não neutra, da vida moderna. O dinheiro – pelo menos em nível teórico – é continuamente atacado tanto pela esquerda, quanto pela direita.

O governo não é amigo do pobre

Suspeito que você já tenha ouvido isso diversas vezes. Os apologistas do Estado forte – Paul Krugman do New York Times e Eugene Robinson do Washington Post sendo exemplos recentes – estão convencidos de que simplesmente não existe alternativa aos programas sociais do governo. Sem o governo, as pessoas passariam fome e morreriam nas ruas. Voltaríamos à era da pobreza em massa. Assim, qualquer pessoa que questiona a necessidade dos esforços antipobreza do governo é cruel, desinformada ou ambos.

Adam Smith prova que ideias importam

Adam Smith foi batizado em 5 de junho de 1723 em Kircaldy, Escócia. Não se sabe ao certo, mas se presume que ele tenha nascido exatamente nesse dia, ou um ou dois dias antes. Seja qual for a data, a racionalidade e a eloquência de seu pensamento transformariam o mundo que passava a habitar.

As origens do poder, prosperidade e pobreza

O que explica a enorme diferença na renda per capita que existe ao redor do mundo atualmente? Essa questão tem sido discutida diversas vezes. As desigualdades (gaps) na prosperidade que nos cerca na idade moderna são muito mais amplas do que aquelas que motivaram Adam Smith a escrever "A Riqueza das Nações" em 1776, a qual, é claro, é onde a disciplina moderna da economia começou.