Frédéric Bastiat, campeão perspicaz pela Liberdade e Paz

Frédéric Bastiat foi um dos mais vigorosos defensores da liberdade econômica e da paz entre as nações. F. A. Hayek, ganhador do prêmio Nobel, chamou-o de “um divulgador genial”. O grande economista austríaco Ludwig von Mises homenageou suas “contribuições imortais”. O jornalista e autor de best-sellers Henry Hazlitt maravilhava-se com a “perspicácia extraordinária” de Bastiat. E o historiador intelectual Murray N. Rothbard escreveu que “Bastiat era um escritor lúcido e soberbo, cujos ensaios e fábulas espirituosas e brilhantes são até hoje demolições totais e excepcionais do protecionismo e de todas as formas de subsídio e controle governamental.”

Para além da tirania da tolerância

No centro da discussão está a questão de como balancear os direitos de diferentes pessoas. Como se certificar de que as liberdades de um grupo não infringem as de outro? Cotas e ações afirmativas podem restaurar equilíbrio um sistema injusto ou são apenas outra forma de discriminação? Permitir que pessoas trans usem o banheiro que corresponde à sua identidade põe em segundo plano os direitos de outros?

A Política da Nostalgia

A verdadeira ironia, mais uma vez, é que essa economia descentralizada produziu mais liberdade e mais flexibilidade para mais trabalhadores. Os mesmos progressistas que protestaram contra o conformismo da década de 1950, uma década depois, agora sentem nostalgia pelo que seus predecessores rejeitaram e estão rejeitando exatamente o ethos “faça você mesmo” pelos quais seus heróis da década de 1960 lutaram.

Escritores e Leviatã

A situação de um escritor numa época de controle estatal é um tema já amplamente debatido, embora a maior parte dos testemunhos que poderiam ser pertinentes ainda não esteja disponível. Não quero aqui expressar uma opinião favorável ou contrária ao patrocínio estatal das artes, mas apenas salientar que o tipo de Estado que nos governa deve depender em parte da atmosfera intelectual dominante: quer dizer, nesse contexto, deve depender em parte da atitude dos próprios escritores e artistas, e de sua disposição ou não de manter vivo o espírito do liberalismo.

Deixe que o livre mercado engula os ricos!

A sociedade civil vem sendo tão confundida com a instituição do Estado que anarquistas muitas vezes têm dificuldade de desembaraçar um do outro quando postulam uma sociedade voluntária. Os efeitos dos privilégios garantidos pelo Estado permeiam nossa cultura, nossa infraestrutura, nossas relações econômicas e nosso pensamento. Portanto, a capacidade de descrever um quadro coerente e distinto de um mundo pós-Estado e pós-privilégio é crucial na medida em que coloca constructos contemporâneos de privilégio em relevo gritante.

A responsabilidade social das empresas é aumentar os seus lucros

Quando ouço empresários falarem eloquentemente sobre a “responsabilidade social das empresas em um sistema de livre iniciativa”, lembro-me da maravilhosa história do francês que descobriu aos 70 anos que vinha falando em prosa toda a sua vida.

O que Piketty não entendeu sobre o terceiro mundo

Meus colegas e eu estimamos que por volta de 200 milhões de árabes vivem na mesma circunstância daqueles que tentaram o suicídio – dependentes do mercado informal pra sua sobrevivência e desprotegidos pelo Estado de direito. Sua situação precária e o hábito das autoridades de expropriar e oprimir explica em grande parte por que a população tomou as ruas para protestar contra seu sofrimento – não contra o capital, mas contra aqueles que mantém o capital fora do seu alcance.

O coletor de impostos

- E que benefício eu retiro disso tudo agora?
- A satisfação de dizer:
Que je suis fier d'etre Francois
Quand je regarde la colonne!
(Me orgulho em ser francês
Quando vejo nossas colônias!)

Podemos escapar das classes dominantes?

Nós tendemos a pensar na "classe dominante" como um conceito marxista; mas a noção tem uma longa história antes de Marx, particularmente nos historiadores Gregos e Romanos antigos, e a análise de classe desempenhou um papel central nos séculos XVIII e XIX do liberalismo clássico também. Sempre que as decisões e ações da máquina política são amplamente controladas por um grupo específico, e servem para promover os interesses e reforçar o poder desse grupo, tal grupo é corretamente chamado de classe dominante.

Esse médico tornou as cirurgias cardíacas mais acessíveis aos pobres abraçando a produção em massa

Enquanto ele continuava realizando cirurgias cardíacas em Calcutá, Shetty estava chateado de perceber que a maioria dos seus pacientes não tinha meios de pagar pelo procedimento. 2500 dólares era muito dinheiro para seus pacientes e muitos simplesmente não tinham dinheiro para isso. "Quando eu dizia aos pacientes o custo, eles desapareciam. Eles literalmente sequer pediam um desconto", disse uma vez. Mas Dr. Shetty não estava contente de se manter inerte enquanto seus pacientes ficavam sem cuidados. Em vez disso, ele encontrou um jeito de revolucionar todo o campo de cirurgia cardíaca ao se aproximar da perspectiva empreendedora.