Como o mercado está revolucionando a Etiópia

Enquanto líderes governamentais, ONGs e corporações elaboram estratégias para fornecer mais comida para as futuras gerações, Eleni Gabre-Madhin está adotando uma abordagem diferente. Preocupada com a escassez de comida que assolou o seu país natal, a Etiópia, em 2002 mesmo após as boas safras de 2000 e 2001, a economista formada em Stanford decidiu que era hora de pensar além da produção de comida e dar uma boa olhada na distribuição. O resultado? O primeiro mercado de commodities da África.

Por que as línguas morrem?

A história dos idiomas do mundo é, em grande parte, uma história de esquecimento e declínio. Em torno de 8000 a.C, os linguistas estimam que existiam mais de 20.000 idiomas. Hoje, o número está em 6.909 e caindo rapidamente. Em 2100, é bem realista esperar que metade desses idiomas esteja extinto, seus últimos falantes mortos, suas palavras talvez registradas em um arquivo empoeirado em algum lugar, mas, provavelmente, completamente não documentadas.

O livre mercado exige agentes racionais?

Duas viagens de avião me permitiram ler o livro Previsivelmente Irracional de Dan Ariely. Publicado em 2008, o livro de Ariely oferece uma abordagem popular ao campo crescente da “economia comportamental”. Esse campo combina economia e psicologia (e, às vezes, neurociência) para tentar descobrir se as pessoas sempre se comportam da forma pela qual o modelo econômico do agente racional informa, e se não, por que não. Os economistas comportamentais usam métodos experimentais para ver como as pessoas reagirão a várias situações de escolha e determinar se selecionarão a opção maximizadora de utilidade, como o modelo econômico padrão diz que iriam.

O mito do império da lei

Neste artigo, eu argumentarei que essa é uma falsa dicotomia. Especificamente, eu pretendo estabelecer três pontos: 1) não existe um governo de leis e não pessoas; 2) a crença de que existe serve ao propósito de manter o suporte público à estrutura de poder da sociedade; e 3) o estabelecimento de uma sociedade realmente livre requer o abandono do mito do império da lei.

As Origens do Nazismo

É uma falha fundamental acreditar que o nazismo é um renascimento ou uma continuação das políticas e mentalidades do ancien régime ou uma exibição do "espírito prussiano". Nada no nazismo adota a corrente de ideias e instituições da antiga história alemã. Nem o nazismo nem o pan-germanismo, do qual o nazismo provém e de quem a consequente evolução representa, é derivado do prussianismo de Frederico Guilherme I ou Frederico II, chamado o Grande.

A pretensão do conhecimento

Os fenômenos essencialmente complexos — como são as estruturas sociais — apresentam, porém, problemas específicos que me levam a reformular em termos mais gerais não só as razões pelas quais é maior, para esses campos, o número de obstáculos intransponíveis quando se deseja prever determinados acontecimentos, mas também os motivos que nos levam a agir como se tivéssemos conhecimento científico suficiente para superar tais obstáculos, atitude que dificulta em muito o avanço do intelecto humano.

Mises sobre a mente e o método

Tornou-se um truque popular entre as pessoas que não estão preparadas para lidar com os argumentos econômicos reais da Escola Austríaca tentar encerrar rapidamente o debate, esperneando, como zumbis, "não científica!" sem possuírem praticamente nenhuma familiaridade, além daquilo que foram ensinadas na graduação, com até mesmo as questões epistemológicas relativas às ciências naturais, e muito menos com as ainda mais negligenciadas questões epistemológicas das ciências sociais.

A brutal ascensão dos nazistas em Berlim

Na década de 20, Joseph Goebbels recebeu a difícil tarefa de construir apoio para o crescente Partido Nazista em Berlim, "a cidade mais vermelha da Europa depois de Moscou". Por volta de 1933, uma combinação de violência nas ruas e astúcia política conseguiu catapultar o partido à frente de seus rivais.

Lord Acton – Poder político corrompe

Poucos reconheceram os perigos do poder político com tanta clareza como Lord Acton. Ele entendia que os governantes colocam seus interesses acima de tudo e farão praticamente tudo para se manter no poder. Mentem rotineiramente. Difamam seus adversários. Se apropriam do patrimônio privado. Destroem propriedades. Às vezes assassinam pessoas e até marcam multidões para serem assassinadas. Em seus ensaios e palestras, Acton desafiava a tendência coletivista de sua época ao declarar que o poder político era uma fonte de maldade, não de redenção. Ele considerava o socialismo "o pior inimigo que a liberdade já teve de enfrentar".

Trabalho infantil durante a Revolução Industrial Inglesa

Durante o fim do século XVIII e o começo do século XIX, a Grã-Bretanha se tornou o primeiro país a se industrializar. Por conta disso, também foi o primeiro país onde a natureza do trabalho das crianças mudou tão dramaticamente que o trabalho infantil passou a ser um problema social e uma questão política. Este artigo examina o debate histórico sobre o trabalho infantil na Grã-Bretanha, a resposta política aos problemas com trabalho infantil, as evidências quantitativas sobre trabalho infantil durante os anos 1800, e as explicações econômicas para a prática do trabalho infantil.